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Operação Pitanga chegou a núcleo de facção criminosa na região

Função dos faccionados é guardar drogas e armas, diz delegado

08/10/2026
Ação policial nos municípios atingidos utilizou helicóptero, cães, 200 policiais e trabalho de inteligência na investigação Ação policial nos municípios atingidos utilizou helicóptero, cães, 200 policiais e trabalho de inteligência na investigação

A Operação Pitanga, realizada na manhã desta quinta-feira (8) – e resultou na morte de três homens e uma mulher em confronto policial – estendeu-se de Pitanga, Marialva, Campo Mourão e também chegou a Guarapuava. VEJA MAIS AQUI

Em coletiva com a imprensa, o delegado-chefe da Polícia Civil de Pitanga, William Assunção, afirnou que a Região Central tornou-se um ponto de atuação de facção criminosa (ele não disse qual, mas é sabido que o PCC tem fortes lastros na área).

Segundo o delegado, existe um núcleo ligado ao PCC na Região Central cujos integrantes têm a responsabilidade de guardar drogas e armas.

O comandante do 16⁰ BPM, tenente-coronel Jakson Busnello, relatou que a megaoperação com 200 policiais (120 militares e 80 civis) combateu organizações criminosas envolvidas no tráfico de drogas, furtos e roubos e homicídios.

A Operação de Pitaga é um dos tentáculos de outra ação policial realizada em setembro em Guarapuava e Campina do Simão,  com três mortes. Na ocasião, o delegado-chefe da 14ª SDP de Guarapuava, Alysson de Souza, informou que o movimento de criminosos para a região se ampliou a partir da Operação Concórdia, em novembro do ano passado. 

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