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Trecho de Inácio Martins a Irati está congestionado e motoristas buscam saída por estradas rurais

PR-346 é caminho alternativo para desviar bloqueio da Serra da Esperança

09/12/2024

 

Com o bloqueio da Serra desde o último sábado, os motoristas que vêm nos dois sentidos Curitiba-Foz do Iguaçu estão usando a PR-346 como rota alternativa. 

No entanto, com todo o fluxo da BR-277 desviado para a PR-346 para desviar a Serra da Esperança, há uma sobrecarga de veículos leves e pesados na rodovia estadual.

São 54 quilômetros de desvio em pista simples e todo o peso do tráfego que normalmente circula na maior rodovia federal do Paraná, com trânsito nacional e internacional. 

Muitos motoristas que conhecem a região de Inácio Martins apontam outros caminhos, por estradas rurais, de terra, que estão sob efeito da lama neste período de chuvas intensas.

O trecho é mais curto, com menos tráfego, mas é preciso conhecer bem o trajeto e ter carro apropriado para o barro.

Assim mesmo, em meio às dificuldades, é impossível deixar de observar as belezas naturais do interior da Região Central do Paraná, conforme descreve quem passa por esses lugares (veja o vídeo acima).

A Polícia Rodoviária Federal emitiu atualizou as informações na manhã desta segunda-feira (9) informando que não há previsão para desbloqueio da Serra da Esperança. 

A continuidade das chuvas, que devem permanecer até terça ou quarta-feira, impedem a recuperação da rodovia e colocam a Serra sob risco de novos desabamentos. 

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Nas redes sociais, crescem as críticas à falta de duplicação e de segurança da Serra da Esperança.

O assunto foi levantado em editorial do Portal Paraná Central neste domingo e ganhou total adesão na opinião pública. Veja o editorial Duplicação da BR-277 é um dos grandes desafios de Ratinho Jr na Região Central do Paraná

Além das corriqueiras quedas de barreiras nos períodos chuvosos, a Serra é palco de constantes acidentes com vítimas fatais.

A espera pela duplicação já passa de 20 anos, desde quando o pedágio foi implantado na BR-277 sob o compromisso, em contrato, de realização da obra. 

Com a retomada do pedágio, agora, o trecho de Guarapuava continua sendo o mais desassistido – e, também, o mais perigoso.

 

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