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Campanha no Paraná nesta sexta: candidatos cruzam o estado e disputa ao Senado perde debate

Moro, Sandro Alex e Requião Filho concentraram agendas em diferentes regiões

25/09/2026
Entre os candidatos ao Senado, a suspensão da campanha de Deltan e o cancelamento de um debate Entre os candidatos ao Senado, a suspensão da campanha de Deltan e o cancelamento de um debate

A campanha pelo governo do Paraná ocupou diferentes regiões do estado nesta sexta-feira, 25 de setembro. Sergio Moro (PL) teve agenda divulgada para Ponta Grossa e Foz do Iguaçu; Sandro Alex (PSD), para Londrina e Maringá; e Requião Filho (PDT), para Paranavaí e Umuarama. As programações incluíam carreatas, entrevistas e reuniões. A data foi uma sexta-feira — a quinta-feira desta semana foi dia 24. Folha de Ponta Grossa. Em Guarapuava, o governador licenciado Ratinho Júnior fez uma carreata acompanhado de candidatos da ala governista.

Moro manteve o foco em mobilizações no Oeste e nos Campos Gerais, onde sua agenda previa carreata, caminhada e encontros com associações e sindicatos. Ele chega à reta final na liderança das pesquisas para o Palácio Iguaçu. Na Quaest divulgada na quinta-feira (24), tinha 36% das intenções de voto, ante 20% de Sandro e 20% de Requião Filho. A pesquisa ouviu 804 eleitores entre os dias 20 e 23 de setembro e tem registro PR-02802/2026. 

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Sandro Alex apostou em carreatas no Norte e no Noroeste, com compromissos anunciados em Londrina e Maringá. Seu grupo também intensificou a participação do governador licenciado Ratinho Junior na campanha.

Requião Filho direcionou sua agenda a Umuarama e Paranavaí, com entrevistas e reuniões. Para o candidato do PDT, assim como para Sandro, a questão decisiva dos próximos dias é assegurar presença em um eventual segundo turno contra Moro. A Quaest os coloca empatados; outros institutos mostram distâncias diferentes entre os dois.

A corrida pelas duas vagas do Paraná no Senado teve uma sexta-feira marcada mais pela situação eleitoral do que por um confronto entre os candidatos. A RPC cancelou o debate que estava previsto para o dia 25. A suspensão dos atos de campanha de Deltan Dallagnol (Novo) pelo Tribunal Superior Eleitoral permanece como uma das principais incertezas da disputa. A decisão restringe sua participação em atividades eleitorais enquanto a controvérsia sobre o registro é examinada

Na Quaest divulgada na véspera, Alexandre Curi (Republicanos) apareceu com 14%, Deltan e Filipe Barros (PL) com 11% cada, Gleisi Hoffmann (PT) com 10% e Cristina Graeml (PSD) com 5%. Os quatro primeiros estão tecnicamente empatados pela margem de erro de três pontos percentuais. 

Entre as manifestações de campanha divulgadas nesta sexta, Gleisi defendeu a criação de centros de referência para atendimento a animais domésticos e silvestres em parceria com faculdades de medicina veterinária. Dr. Rosinha (PT), também candidato ao Senado, falou sobre ampliar a regionalização dos serviços de saúde. 

Com pouco mais de uma semana até o primeiro turno, o retrato do dia é de Moro à frente pelo governo, Sandro e Requião em disputa pela segunda posição e uma eleição ao Senado sem favoritos isolados. Os deslocamentos e declarações dos candidatos mostram suas prioridades de campanha; o resultado nas urnas permanece em aberto.

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