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Patrícia Silvério é a primeira mulher a comandar a Polícia Ambiental em Guarapuava

Capitã assume a 4ª Companhia em substituição a Leandro Warde Fonseca; unidade atua no combate a crimes contra a fauna e a flora

02/09/2026
Durante a posse, a nova comandante destacou o compromisso de servir à população e preservar os recursos naturais. A proteção do meio ambiente para as futuras gerações esteve entre as prioridades citadas pela oficialDurante a posse, a nova comandante destacou o compromisso de servir à população e preservar os recursos naturais. A proteção do meio ambiente para as futuras gerações esteve entre as prioridades citadas pela oficial

A capitã Patrícia Fernanda Silvério assumiu nesta quarta-feira (2) o comando da 4ª Companhia do Batalhão de Polícia Militar Ambiental, em Guarapuava. Ela é a primeira mulher a ocupar o posto na unidade, responsável pelo policiamento especializado na proteção do meio ambiente.
A passagem de comando contou com a presença de representantes das forças de segurança. Patrícia sucede o capitão Leandro Warde Fonseca e recebeu, durante a cerimônia, a insígnia que simboliza a transferência da função.

Ao assumir, a nova comandante destacou o compromisso com a continuidade do trabalho, o atendimento à população e a preservação ambiental. “A expectativa é fazer o melhor trabalho que eu puder, servir a população da melhor forma, preservar o nosso meio ambiente”, afirmou. A capitã também ressaltou a responsabilidade de proteger os recursos naturais para as futuras gerações.
Conhecida como Força Verde, a Polícia Ambiental atua no combate ao desmatamento, na proteção da vegetação nativa e na fiscalização de cativeiros e do tráfico de animais silvestres. O trabalho inclui policiamento ostensivo em áreas rurais e unidades de conservação.
Entre as ações recentes em Guarapuava está a Operação Voo Livre, realizada em junho em conjunto com o Instituto Água e Terra (IAT). A fiscalização resultou na apreensão de 95 aves silvestres mantidas em cativeiro irregular e na aplicação de mais de R$ 400 mil em multas.
Em julho, durante a Operação Christophorus IV, foram identificados o desmatamento de 0,73 hectare de floresta nativa e a abertura irregular de um tanque de peixes em área úmida na Área de Proteção Ambiental da Serra da Esperança. A ocorrência resultou na apreensão de maquinário e na aplicação de R$ 34 mil em multas.

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