Golpistas simulam causa ganha e negociação bancária e causam prejuízo em Candói
Duas ocorrências registradas na segunda-feira (31) somam R$ 4.716,25 em perdas; vítimas relataram contatos por WhatsApp, videochamada e telefone
01/09/2026
Uma família fez dois pagamentos após receber a promessa de liberação de dinheiro de um processo judicial. Em outro caso, um comerciante relatou uma transferência não autorizada após seguir instruções para ler um QR CodeCANDÓI – Uma mulher, seu filho e um comerciante relataram à Polícia Militar terem sido vítimas de golpes eletrônicos em Candói.
As duas ocorrências foram registradas na segunda-feira (31), no Centro, e somam R$ 4.716,25 em prejuízos.
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Segundo os relatos apresentados à PM, os golpistas se passaram por profissionais da área jurídica e por um funcionário de uma instituição financeira.
E desta forma que os falsários agem para induzir as vítimas a realizar operações bancárias.
Falsa advogada e suposto promotor anunciaram vitória judicial
No primeiro caso, uma mulher de 52 anos recebeu mensagens pelo WhatsApp de uma pessoa que se apresentou como sua advogada. Depois, participou de uma chamada de vídeo com outro indivíduo, que afirmou ser promotor de Justiça.
Os interlocutores disseram que ela havia ganhado uma causa judicial, mas exigiram uma transferência bancária para liberar o suposto valor.
A mulher realizou um Pix de R$ 1.024,25. Na sequência, conforme o boletim, seu filho também foi convencido a transferir R$ 1.422. O prejuízo da família chegou a R$ 2.446,25.
Após perceberem a fraude, os dois procuraram o Destacamento da Polícia Militar de Candói.
Comerciante relatou transferência após leitura de QR Code
Na segunda ocorrência, um comerciante de 37 anos informou ter recebido uma ligação de uma pessoa que se apresentou como funcionária de uma instituição financeira.
Segundo a vítima, o interlocutor já possuía seus dados pessoais e ofereceu uma suposta negociação de taxas. Durante a conversa, orientou o comerciante a fazer a leitura de um QR Code.
Após o procedimento, o homem constatou uma transferência não autorizada de R$ 2.270 para uma conta de terceiros. Ao registrar a ocorrência, também manifestou preocupação com um possível vazamento de seus dados pessoais. O boletim não confirma como essas informações foram obtidas.
Nos dois casos, a PM informou que orientou as vítimas sobre os procedimentos cabíveis. Os registros não apresentam informações sobre identificação dos responsáveis ou recuperação dos valores.
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