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“Ladrão de picanha” mobiliza família e vira caso de polícia em Guarapuava

Furto em supermercado do bairro Industrial terminou com perseguição, confusão e boletim de ocorrência

17/07/2025
O preço de um quilo de picanha chega a R$ 150,00; já o quilo do café, à quase R$ 100,00 (imagem ilustrativa)O preço de um quilo de picanha chega a R$ 150,00; já o quilo do café, à quase R$ 100,00 (imagem ilustrativa)

Junto com o pó de café, uma nova onda de furtos vem chamando a atenção do setor policial em Guarapuava – e, curiosamente, envolve um item específico nas prateleiras dos supermercados: a carne. O episódio mais recente aconteceu na tarde desta quarta-feira (16), em um estabelecimento no bairro Industrial, e teve como protagonista um “ladrão de picanha”.

Segundo o boletim da Polícia Militar, um homem não identificado furtou duas peças da carne nobre e tentou deixar o local sem ser notado. Não conseguiu. O proprietário do mercado, de 52 anos, percebeu a ação, saiu em perseguição e conseguiu recuperar os produtos do lado de fora.

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Mas o caso não terminou aí. Pouco tempo depois, duas mulheres – identificadas pelos funcionários como irmãs do autor do furto – foram até o mercado para exigir de volta uma blusa que o irmão teria deixado para trás durante a fuga. As duas passaram a tumultuar o ambiente e a perturbar o trabalho dos funcionários. A confusão só terminou quando ambas deixaram o local antes da chegada da polícia.

Apesar do susto, ninguém ficou ferido. A PM fez orientações no local, e o caso foi registrado como furto simples e perturbação do trabalho e sossego alheio.

Esse tipo de ocorrência tem se tornado comum em Guarapuava, com mercados relatando aumento nos furtos de carnes, especialmente cortes caros como a picanha, produtos de higiene, chocolates e pó de café. Em menos de duas semanas, foram dois casos de furtos de café em supermercado, envolvendo mulheres.

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