Preso o líder da quadrilha acusada de fraudes contra transportadoras
Grupo agia em Guarapuava; três estão foram capturados e outro continua foragido
03/09/2025
Principal alvo da operação, cujo nome não foi revelado, foi preso em Praia Grande, litoral de São PauloO principal alvo da operação "Carga Fantasma", envolvendo uma quadrilha acusada de fraudes contra transportadoras em Guarapuava, foi preso em Praia Grande, litoral de São Paulo, nesta terça-feira (2), em um trabalho conjunto entre a Polícia Civil do Paraná (14ª SDP) com a Polícia Civil de São Paulo.
A exemplo das duas prisões anteriores, no dia 28 de agosto, o nome do líder da quadrilha não foi divulgado. Eles são acusados de estelionato e fraudes em transportadoras.
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O caso ainda está recheado de mistérios. O que foi tornado público, até agora, é que o grupo se especializou em interceptar cargas de alto valor diretamente nas transportadoras, utilizando-se de documentação falsa e identidades simuladas para se passar por representantes legítimos de empresas. A atuação ocorria de forma reiterada e estruturada, com divisão de tarefas entre os envolvidos, segundo a 14ª Subdivisão Policial de Guarapuava.
Ainda não se sabe se os criminosos atuavam exclusivamente em Guarapuava, quantas empresas foram lesadas e o volume de recursos financeiros arrecadado pelos estelionatários.
Embora a prisão do "cabeça" tenha ocorrido em São Paulo, não é possível dizer – por falta de informações oficiais – que a quadrilha tem origem naquele estado ou se operava com agentes em Guarapuava.
O delegado responsável pelo caso, Ramon Galvão, retorna de férias após o dia 15 e só então decidirá se irá repassar mais detalhes à imprensa, segundo a 14ª SDP.
A operação "Carga Fantasma" é resultado de inquérito que investiga fraudes praticadas contra empresas do ramo comercial e transportadoras.
Durante o cumprimento dos mandados judiciais, a Polícia Civil realizou as primeiras prisões, de dois integrantes da "associação criminosa", e a apreensão de um veículo Fiat/Weekend branco*, utilizado na prática dos crimes. Também foram apreendidos celulares, notebooks, e documentação pertinente, todos com indícios de relação direta com os crimes investigados.
Dos mandados autorizados pela Justiça, um quarto componente do grupo continua foragido.
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